11 maio 2006

Esta mensagem serve apenas para entrar no Blog e para felicitar o Carlos pela ideia.

7 comentários:

XPLIKA (Carlos Henriques) disse...

Muito obrigado José Eduardo, só espero é que, apesar de ter sido eu a começar, todos sintam este blog como seu e participem activamente.
Um abraço

Jose Eduardo Soares disse...

Porque não é possível guardar as alterações ao ficheiro que a Paula Romão colocou no site, sem ter que guardá-lo no computador, vou colocar neste blog uma pequena reflexão sobre o e-learning.
E vou iniciá-la por fazer uma citação retirada do site do ISCTE, não só porque foi a minha escola, mas porque me interessa para o aspecto que vou focar.
Vai daí a citação: "No e-Learning, foge-se ao modelo tradicional de ensino, estando o processo de aprendizagem centrado no aluno, o qual pode construir o seu percurso de auto-formação, interagindo com os conteúdos disponíveis, segundo as suas necessidades de aprendizagem, de uma forma flexível, como, quando e onde quiser, sendo o docente o catalizador do desenvolvimento deste processo. No e-Learning, os papéis do docente e da universidade não são postos em causa. O que muda é a sua função, deixando de ser agentes de ensino para serem parceiros de aprendizagem. Assim o contacto pessoal não é desvalorizado, mas sim tornado mais interessante."
A última parte desta citação, referindo-se ao papel de parceiro do formador, vem, na minha opinião colocar o principal aspecto desta questão e que obriga a uma disponibilidade que actualmente não tenho. Efectivamente, a colocação do formador num papel de parceiro pressupõe uma disponibilidade idêntica à do aluno, sob pena da parceria não funcionar.
Julgo que nenhum dos presentes na acção de formação é formador a tempo inteiro, tendo obrigações a cumprir que, em alguns casos são incompatíveis, nomeadamente, com a necessidade de preparar conteúdos, investigar sobre as metodologias a utilizar e acompanhar o percurso dos formandos.
Julgo que um dia a Administração Pública dos Açores irá avançar, pleo menos em algumas áreas, para a criação de um corpo de formadores a tempo inteiro.
Espero os vossos contributos.
Um abraço para todos e bom trabalho.

Márcia Alves disse...

Acho uma excelente ideia para continuarmos com a nossa formação. Com os bjogs, podemos discutir diversos assuntos
Bom trabalho

luiz disse...

Olá pessoal. Sempre chegou o dia de começar a trabalhar.
Então, começo por saudar todos os colegas e desejar um trabalho proficuo nestes blogs.
Respondendo ao desafio de definir um blog diria que é um espaço que nos permite estar todos juntos na ausência e se aasim o quizermos pedirmos e dar ajuda neste processo de aprendizagem que se assim o entendermos poderá ser efectivamente continuo e progressivo

Paula Romão disse...

Na sequência do que o José Eduardo deixou, pergunto: o ficheiro a que se refere é o do grupo? E não consegue fazer alterações? Se é assim, como se faz a troca de ficheiros entre o grupo para a tarefa solicitada?
Li a citação e muitos dos comentários que temos vindo a escrever ao longo destes dias vão ao encontro das ideias transmitidas no texto.

anatoste disse...

Olá a todos.

Acerca da reflexão que o José Eduardo Soares nos deixou, devo dizer que, na generalidade, concordo com a citação. A minha dúvida levanta-se, quando é referido que o contacto pessoal entre formador e formando "não é desvalorizado, mas sim tornado mais interessante". Ao invés de interessante, diria diferente. Poderão chamar-me "conservadora", mas sou de opinião que o contacto pessoal, face a face, entre pessoas terá sempre um valor acrescido. Num simples olhar descubro medo ou alegria. Num arquear de sobrancelhas, vejo se o meu interlocutor está a entender a mensagem que lhe quero fazer chegar. Na postura física que apresenta, descubro se é tímido ou extrovertido. On-line como posso rapidamente fazer todas estas descobertas? Sim, sei que podemos recorrer às câmaras, aos videos, aos microfines, etc., etc., mas fica-me a faltar o essencial. Estarei a trabalhar essencialmente com ferramentas para chegar ao contacto pessoal. Daí, o "mais interessante" não me agradar.

Relativamente à opinião que nos deixa e à preocupação que nos transmite, devo dizer que concordo inteiramente com ele. Se um dia, conseguisse ser formadora a tempo inteiro, nos Açores, podem ter a certeza que seria uma mulher feliz. No entanto, como diz e muito bem o José Eduardo, a maioria de nós não exercendo esta função a tempo inteiro, temos muita dificuldade, como formadores, em disponibilizarmos o tempo que é exigido para a formação on-line.

Poderei ainda acrescentar que, por experiência própria, e neste caso como formanda, (frequento a Universidade Aberta), o formador para motivar o formando, tem de ser muito criativo, tem de dar o máximo de si próprio, porque se não o fizer, pode não perder a "guerra" com os formandos, mas perderá determinadas "batalhas" com alguns deles.

Deixo à vossa consideração este meu contributo para a nossa discussão de grupo.

Cumprimentos.
Ana Toste

XPLIKA (Carlos Henriques) disse...

No entanto um corpo de formadores a tempo inteiro que consiga abarcar a maioria dos conteúdos da formação a ministrar, parece-me algo demasiado utópico. Uma solução intermédia que passe pela existência de equipas com formadores tutores a tempo inteiro e com formadores especialistas (com o domínio técnico dos assuntos), a tempo parcial, parece-me mais viável.